Em 2014 a SECTES chegou a mais de 240 salas de videoconferência. Foto: Divulgação.

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A Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) de Minas Gerais realizou um projeto com a Polycom para contar com uma plataforma de ensino a distância aliada a uma grande “sala de reuniões” para atendimento simultâneo a aproximadamente seis mil participantes.

A introdução do vídeo colaboração na secretaria foi em 2004 e, inicialmente, atenderia ao Projeto Estruturador de Centros Vocacionas Tecnológicos, com o foco de qualificação profissional básica e inclusão digital e social. 

Ao todo, na época, eram 84 unidades espalhadas geograficamente em Minas Gerais, cada uma projetada com uma sala de videoconferência para possibilitar a disseminação do conhecimento em tempo real. 

“A experiência foi tão bem sucedida e a demanda tão grande, que criou a necessidade da implantação de novas unidades e a duplicação de salas de videoconferência nas unidades já existentes”, explica Cristiano Ozório, Gerente de Videocolaboração da SECTES de Minas Gerais.

Em 2014 a secretaria chegou a 114 unidades contempladas, somando mais de 240 salas de videoconferência.

As atividades de videoconferência foram estendidas aos parceiros e outros projetos dentro do governo de Minas Gerais e da própria SECTES. 

As unidades foram modernizadas com novos equipamentos e foram implementadas Salas Masters com capacidade de desenvolvimento e transmissão de conteúdo aos pontos mais remotos, onde surgiu a Rede Uaitec, com ofertas de cursos de graduação tecnológica, pós-graduação (MBA), graduação, idiomas, entre outros. 

Além disso, por meio do Polycom RealPresence Desktop, a secretaria estende a vídeo colaboração para além das salas de videoconferência, permitindo aos participantes remotos conectarem-se via dispositivos móveis.

Os investimentos do governo do Estado de Minas Gerais em vídeo colaboração trouxeram um retorno em curto prazo. Anteriormente, todas as reuniões, seminários, treinamentos e cursos eram realizados de forma presencial, o que exigia deslocamento. 

Com a vídeo colaboração, em um evento de duas mil pessoas, por exemplo, o governo chega a economizar cerca de R$ 900 mil. 

Os aspectos mais relevantes de toda a infraestrutura de videoconferência são os volumes de atendimento, não só pela quantidade de equipamentos que possuem, mas muito pelo número de chamadas simultâneas realizadas. 

Em média são feitas conexões com 100 pontos remotos, sendo que cada ponto remoto recebe 25 participantes, reunindo cerca de 2,5 mil usuários por evento. A SECTES já atingiu mais de quatro mil pessoas em um único evento.