O Brasil contará com 200 especialistas na proteção cibernética durante as Olimpíadas. Foto: Alex Ferro.

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O Brasil contará com 200 especialistas (entre militares e técnicos) na proteção cibernética durante as Olimpíadas de 2016, aponta o Centro de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro (CDCiber). 

Os profissionais estarão voltados para evitar o risco de invasão a sites públicos e privados durante o evento, com o roubo de informações públicas e a deturpação de dados.

O CDCiber monitorará as redes públicas e disponibilizará um centro nacional de tratamento e segurança de computadores para auxiliar gestores de organizações privadas, que não são de responsabilidade governamental. 

A estratégia de segurança já foi usada na Copa do Mundo do Brasil em 2014, quando 100 militares se dividiram pelas 12 cidades-sedes, de onde zelavam pela proteção e monitoravam as redes sociais para evitar protestos violentos.

A preocupação com a segurança dos dados encontra incentivo na economia. Segundo a Intel Security, o custo anual do cibercrime no Brasil equivale a 0,32% do PIB.

O prejuízo motiva diretrizes de segurança governamentais como a Estratégia Nacional de Defesa (END), a criação do Setor Cibernético no Exército Brasileiro e o Centro de Defesa Cibernética, responsável por atuar em eventos de interesse mundial como o Rio + 20, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Jornada Mundial da Juventude