Alex e Lia, tem histórias de vida diferente de um estagiário típico de multinacional.

A Oracle está nos últimos dias para inscrições no seu programa de estágio, o GenO, que encerra nesta terça-feira, 08.

O interessante nesse programa é que a empresa tenta atingir candidatos com um perfil diferente do típico estagiário de multinacional.

É o que mostra a biografia de dois dos participantes da primeira edição, que inclui profissionais mais velhos, muitos acima de 30 anos, e fora do circuito tradicional de boas universidade de São Paulo. 

Alex de Oliveira, hoje foi contratado para ocupar uma função de especialista na área de Customer Success da Oracle, foi camelô, passou apertos financeiros e se formou em Ciências Sociais e Comportamento do Consumidor com uma bolsa de estudos.

“Com o GenO, eu consegui ter oportunidade igual perante aos candidatos e me destacar por quem eu sou, independentemente de onde venho ou a minha formação”, conta Oliveira.

Outra participante do GenO é Lia Zavatini. Com 35 anos e 10 de carreira no mesmo banco, Lia ocupava o cargo de gerente quando foi desligada em 2018 e usou o programa para fazer um recomeço na carreira depois de um curso de gestão de TI do Senac. 

“Voltei a ser estagiária, mas me sinto mais segura e realizada com o meu futuro”, afirma Zavatini.

O programa do GenO é de 12 meses e o único pré-requisito para ser GenO é a pessoa estar frequentando uma escola de nível superior ou técnico durante o programa.

Os selecionados terão 30 horas de trabalho por semana. O primeiro mês do estágio proporcionará experiências imersivas nas principais áreas da empresa.  

No último mês do programa, os estagiários serão desafiados a desenvolverem um projeto de intraempreendedorismo junto à comunidade para também contribuir e orientar as futuras turmas do GenO.

É um programa mais intenso em formação do que a formação de trainee tradicional da Oracle, focado em perfis para áreas técnicas ou comerciais.

“Nosso desafio é criar soluções inovadoras que transformam a vida das pessoas e, para isso, precisamos de diferentes pontos de vista atuando nessa criação”, destaca Daniele Botaro, líder de Diversidade e Inclusão, Oracle América Latina.