Rogério Marks, novo diretor comercial da Privacy Tools. Foto: divulgação.

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Rogério Marks, ex-executivo de contas da Unirede, acaba de assumir a posição de diretor comercial da Privacy Tools, companhia gaúcha especializada no tema privacidade e segurança de dados, o que se conhece no jargão como “privacytech”.

Marks havia saído da Unirede, maior parceira no país da Zabbix Sia, em 2019, após oito anos de atuação. De 2020 até agora, estava liderando a unidade de negócios de segurança e privacidade da Infodive IT.

Anteriormente, o executivo foi gerente comercial da HT Solutions, revenda de TI do Grupo Herval, representante no Sul do país da APC e teve passagens pelas áreas comerciais da e-Partner, Di Uno e Processor.

Na Privacy Tools, o novo diretor já está aumentando o time comercial e terá como primeira missão criar uma esteira ágil que atenda a demanda por ferramentas para LGPD, mas que esteja pronta para atuar globalmente.

“São muitas as possibilidades em uma startup e eu estou muito feliz com o desafio de liderar a área de negócios frente a uma demanda crescente que a LGPD criou no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que nos preparamos para entrar no mercado internacional, que é bem mais maduro do que o Brasil quando se trata de proteção e privacidade de dados”, afirma Marks.

A Privacy Tools é acelerada pela Obr.global, uma consultoria de internacionalização de negócios liderada por Robert Janssen, consultor nessa área para a Softex há duas décadas, membro de diversos grupos anjos do Vale do Silício e vice-presidente de Relações Internacionais da Assespro.

A startup já tem clientes como Grupo E-sales, CRM Piperun, Grupo RBS, Banco RCI e Senff.  No Ceará, em particular, a empresa já atende clientes como a Jereissati Centros Comerciais (JCC) e a Unifor, que tem mais de 25 mil alunos e é a maior universidade privada do Norte e Nordeste.

Os fundadores são Aline Deparis e Marison Souza, ambos também criadores da Maven, uma companhia especializada em ferramentas de publicação digital que, com o tempo, evoluiu para um grupo de empresas que inclui também a Trubr, focada em blockchain.

Quem trabalha com soluções para adequação à LGPD está em um momento favorável. A lei começa a valer em agosto e prevê multas de até 2% do faturamento bruto anual, podendo chegar a um máximo de R$ 50 milhões, para vazamentos de dados, um tipo de incidente que tem acontecido um dia sim e outro também no Brasil.