A Intel equipará o InCor com dispositivos 2 em 1, câmeras 3D, dispositivos vestíveis, entre outros. Foto: Divulgação.

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A Intel e a Fundação Zerbini, com o apoio do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e do Instituto do Coração (InCor), assinaram um acordo de colaboração para identificar e desenvolver projetos de tecnologia digital focados em melhorias de processos hospitalares. 

Os projetos serão realizados no InCor, contando com a atuação de equipes clínicas multidisciplinares do hospital e de equipes de especialistas da Intel. 

O acordo consiste em identificar projetos para desenvolver soluções e aplicações para melhorar o atendimento de pacientes e aprimorar o fluxo de trabalho das equipes de atendimento hospitalar.

A ideia é aplicar inteligência de dados do prontuário eletrônico e integrar dispositivos vestíveis para aquisição de sinais fisiológicos, aparelhos de interface sem fio e soluções tecnológicas de modo a oferecer maior precisão nos diagnósticos e tratamentos médicos e segurança dos pacientes.

A Intel equipará uma área do InCor com tecnologias que inclui dispositivos 2 em 1, câmeras 3D, tablets, dispositivos vestíveis para aquisição de sinais fisiológicos e aparelhos com interface wireless. Além disso, a empresa ministrará workshops e, junto com a Zerbini, será responsável por realizar estudos de casos para melhorias de processos.

"Esta parceria de co-inovação com a Intel abre uma excelente perspectiva para o desenvolvimento de novos produtos e processos com incorporação de avançada tecnologia, que poderão ser usados em benefício dos nossos pacientes", diz o Fábio Jatene, vice-presidente do Conselho Diretor do Incor.

Fundado em 10 de janeiro de 1977, o InCor é um dos sete institutos que compõem o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Em seus 40 anos, o Instituto se tornou um dos maiores centros cardiológicos do mundo em volume de atendimento e em número de subespecialidades da cardiologia e da pneumologia. 

O InCor realiza, em média, 260 mil consultas médicas por ano, 5 mil cirurgias, 2 milhões de exames de análises clínicas e já realizou mais de 1 mil transplantes de coração e pulmão.