O Brasil ficou na 41ª posição no Índice de Proficiência em Inglês. Foto: Dragon Images/Shutterstock.

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O Brasil ficou na 41ª posição na edição 2015 do Índice de Proficiência em Inglês (EPI, na sigla em inglês) da EF Education First, que contou com 70 países. A pontuação do Brasil foi de 51,05, o que o deixa na categoria de "proficiência baixa".

Na edição anterior, que incluiu a participação de 60 países, o Brasil tinha uma pontuação mais baixa (49,96), mas atingiu a 38ª colocação. Os líderes do ranking são Holanda, Suécia e Dinamarca.

O levantamento anual mede o dominío de gramática, vocabulário, leitura e compreensão de adultos que não têm inglês como língua nativa. Na edição de 2015, foram analisados dados de 910 mil adultos. 

A queda do Brasil, mesmo com o aumento na pontuação, tem relação com a entrada de Luxemburo e Lituânia no ranking. Os dois países participaram do índice pela primeira vez em 2015. Neste ano, o Brasil conseguiu superar dois países: China e Emirados Árabes Unidos. 

Mesmo assim, três países passaram na frente dos Brasil no último ranking: Ucrânia, que saltou dez posições e entrou na categoria de "proficiência moderada", Chile, que foi da 41ª posição para a 36ª, e México, que estava na 39ª posição e caiu para a 40ª, mas ficou uma acima do Brasil.

Dentro do país, o Distrito Federal é o líder proficiência em inglês, com um índce local de 54.17. Em segundo lugar está São Paulo, com índice de 53.06. Os dois estados são os únicos a entrar na categoria "proficiência moderada". 

Na terceira colocação, o Rio de Janeiro somou 52.49. O estado é seguido no ranking pelo Rio Grande do Sul, que atingiu índice de 52,19.

Os piores resultados, que estão no nível de proficiência muito baixa, ficaram com Rondônia (44,79), Mato Grosso (46,25) e Tocantins (46,30).

Na América Latina, a liderança do ranking ficou com a Argentina, que apresentou índice de 60,26. O país é o único classificado na categoria de alto nível de conhecimento em inglês na região.

O levantamento segue com República Dominicana (56,71), Peru (52,46) e Chile (51,88). Na pesquisa local, o Brasil ocupa a 7ª colocação.