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INFRAESTRUTURA

Killing adota servidores da Lenovo

Júlia Merker
// terça, 07/08/2018 15:28

A Killing, empresa com 55 anos de história na indústria de colagem e pintura, contratou servidores ThinkSystem DS6200 Storage Array da Lenovo.

Rodrigo Guercio, general manager do Data Center Group da Lenovo. Foto: Divulgação.

Com isso, a companhia química expande o contrato com a Lenovo após um projeto que começou com a aquisição dos servidores Lenovo System-x 3650 para atualizar parte do processamento de dados da empresa. 

Os novos DS6200 Storage Array chegam para completar o processo de modernização, com o objetivo de garantir que a infraestrutura de TI possa suportar as operações atuais e futuras.

A Lenovo proporcionou mais agilidade em uma das principais áreas de negócios da Killing que, após um crescimento nos últimos anos, se deparou com diversos desafios para atender o volume das transações, como a demanda para a geração de relatórios (ERP). 

“Após a implementação da solução, tivemos ótimos resultados de performance e estabilidade. Além disso, conseguimos reduzir o tempo de processamento de dados, o que gerou uma melhoria significativa nos departamentos, deixando nossas operações mais ágeis e estáveis, reduzindo no tempo de backup como um todo”, explica Diego Böck, analista de Armazenamento e Redes da Killing.

Maior lançamento da história da Lenovo no segmento de soluções de data center, a linha ThinkSystem foi anunciada meados de 2017. O portfólio possui servidores, soluções de armazenamento e dispositivos de rede.

“A modernização do parque de servidores da Killing reforça o comprometimento da Lenovo em oferecer aos clientes um portfólio completo e flexível para atender as demandas de empresas de diferentes portes e segmentos de atuação”, explica Rodrigo Guercio, general manager do Data Center Group da Lenovo. 

Neste ano, a Lenovo decidiu criar uma área separada para venda de servidores no Brasil, com uma operação independente da área de PCs e dispositivos inteligentes.

De acordo com números da IDC, a companhia dobrou sua participação no mercado de servidores baseados em processadores x86 no país, passando de 6% para 12% entre o primeiro trimestre de 2018 e o mesmo período do ano passado.

Júlia Merker