Funcionários na Senior agora tem mais liberdade para escolher suas roupas.

A Senior, companhia de sistemas de gestão, folha de pagamento e controle de acesso, publicou um vídeo em sua página anunciando a extinção das regras de dress code para os 1,7 mil funcionários da empresa espalhados em 20 unidades pelo país.

O vídeo, assim como a nota divulgada pela empresa, não chega a ser muito explícito sobre as novas regras, usando uma montagem com diferentes funcionários da matriz em Blumenau enfatizando conceitos como “diversidade” e “respeito”.

O recado fica claro no final: estão valendo looks mais casuais, com jeans, camisetas com estampas e tênis, assim como bermudas discretas. Chinelo de dedo também está na lista dos autorizados. Também está claro o que não aparece: exageros com calção e camisas regata.

“Acreditamos que se sentir respeitado em sua individualidade e acolhido no ambiente de trabalho é fundamental para o engajamento de um colaborador”, destaca a diretora de Pessoas e Organização, Jussara Dutra.

É verão, uma época do ano em que as empresas costumam anunciar flexibilização na maneira com que esperam que os funcionários se vistam para ir trabalhar.

As pioneiras nesse sentido foram centros de desenvolvimento de software no país de multinacionais como Dell e SAP, nos quais os funcionários raramente tem contatos com os clientes.

Nos últimos tempos, talvez pressionadas pela estética casual das startups e sua atratividade para a mão de obra, empresas brasileiras começaram a adotar a mesma prática.

Em 2014, a Neogrid e Totvs liberaram o uso de bermudas. Em 2016, foi a vez da Linx.