OLHO NO BIG DATA

Teradata: faturamento estável e olho no big data

08/08/2013 14:17

Alexis Zlocowski. Foto: divulgação

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A Teradata anunciou faturamento de US$ 670 milhões no segundo trimestre de 2013, aumento de 1% em comparação com o mesmo período de 2012.

O lucro líquido foi de US$ 108 milhões, ou US$ 0,65 por ação diluída, em comparação com os US$ 112 milhões, ou US$ 0,65 por ação diluída, do segundo trimestre do ano passado.

No trimestre, a região das Américas registrou melhor desempenho, gerando US$ 405 milhões, aumento de 2% em comparação aos US$ 398 milhões de 2012.

Especializada em soluções analíticas, a Teradata tem investido em uma estratégia de destaque a este segmento para reforçar sua oferta de big data e incrementar as receitas.

“Big Data é analytics”, defende Alexis Zlocowski, diretor de Vendas de Big Data para América Latina da Teradata Aster. “Do marketing à TI, passando pelo financeiro, todo o nível C das corporações reconhecem cada vez mais quanto a análise de dados pode alavancar o crescimento de suas receitas”, comenta.

Apesar disso, o executivo, que está no Brasil para palestrar no Data Management Conference Latin America, realizado em São Paulo na quarta-feira, 07, e quinta, 08, avalia que a maioria das empresas ainda não tem uma estratégia para aproveitar essa oportunidade como vantagem competitiva – talvez por não ter certeza do que e como fazer.

Para o diretor, as companhias devem parar de ver o big data como uma grande novidade e perceber que se trata de um novo modelo de tratamento de dados há muito existentes.

“Não estamos falando de algo totalmente novo. Dados e tratamento de dados são uma constantes nas empresas. O importante é saber que dados são importantes para a gestão do negócio e o que se quer filtrar deles. A partir disso, se pode escolher a solução de gerenciamento e tratamento disso a favor do core business”, ressalta Zlocowski.

Para ele, um projeto de big data bem sucedido começa por esta filtragem no nível de gestão das companhias. “A tecnologia vem por último”, alerta.

Conselhos que devem ser ouvidos: de acordo com o IDC, o volume do conteúdo digital armazenado e gerenciado no mundo atingirá 35 zetabytes em 2020.

“O volume de dados só aumenta. Big data bem sucedido pode trazer produtividade e sucesso. Até 2015 as organizações que integrarem novos tipos de dados e fontes em uma infraestrutura coerente de gestão da informação podem ultrapassar em 20% o faturamento diante da concorrência”, finaliza Zlocowski.

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A Teradata, especializada em data warehousing, big data analytics e gerenciamento de marketing integrado, fechou 2011 com faturamento de US$ 2,362 bilhões, alta de 22% em relação ao US$ 1,936 bilhão de 2010.

Só no quarto trimestre do ano, a receita ficou em US$ 673 milhões, crescimento de 23% ano/ano.

Também no 4T11, o lucro operacional da companhia foi de US$ 133 milhões, contra US$ 117 milhões registrados no mesmo período de 2010.

Teradata: novo consultor para telecom e utilities

A Teradata Corporation, especializada em data warehousing, anuncia a contratação de Cesar Contipelli Neto como seu novo consultor de Negócio para as verticais de Telecomunicações e Utilities.

O executivo, que soma mais de dez anos de experiência na área, traz no currículo passagens por empresas como Convergys, ECTel, HP Brasil, IBM e Openet.

No novo carto, Contipelli vai se reportar a Américo de Paula, diretor de Consultoria de Indústria da Teradata para a América Latina.