Pedro Englert, CEO da StartSe. Foto: divulgação.

O ano de 2020 trouxe percalços inesperados, e provavelmente reduziu as perspectivas de investimento de diversas empresas. Mas, no cenário de tecnologia, a destinação de capital deve seguir ocorrendo: análises da Brasscom, IDC e Frost & Sullivan indicam que, até 2022, os aportes na chamada Transformação Digital deverão chegar a R$ 345,5 bilhões no país, com taxa de crescimento na casa dos 19,3% ao ano.

Internacionalmente, o cenário também é animador: cerca de 90% das empresas pesquisadas em um estudo realizado pela IFS World em 16 países afirmam ter uma política de investimentos destinada à Transformação Digital.

Entre as tecnologias prioritárias, estão Big Data e Analytics, Internet das Coisas e sistemas de gestão. Isto porque, segundo o levantamento, a noção geral é de que um novo modelo de mercado está instaurado, e será preciso remodelar os formatos de administração e execução de negócios para manter a competitividade neste cenário.

O assunto é pauta do Mesas TI Virtual, evento online que ocorre no dia 11 de setembro, a partir das 11h. O evento contará com palestra de Pedro Englert, CEO da StartSe, escola de negócios voltada para a nova economia que mantém escritórios em São Paulo, Vale do Silício, Xangai e Pequim.

No Mesas TI, que é realizado pelo SEPRORGS com patrocínio de DBC Company, Dinamize e apoio de Postmetria, o executivo falará sobre o tema “Como a evolução da tecnologia está transformando modelos de negócio e a nossa forma de gestão”.

Tema do evento, o chamado “novo mercado” implica a busca por novas formas de gerir, que requer um das empresas um repensar das formas de entrega de soluções, serviços e produtos, além de trazer um desafio: fixar menos em como faz e mais no porquê.

Para Luis Henrique Petkowicz, vice-presidente do SEPRORGS, a tecnologia tem sido uma mola propulsora para que os negócios evoluam. Além disso, a educação é um dos pilares para compreender e atuar nesse novo mundo.

“Muitas empresas têm investido na educação corporativa em programas internos, justamente porque nem sempre os egressos de cursos estão prontos para as demandas das empresas. No entanto, a evolução do EAD e  e de capacitações em conjunto com experiências e benchmarking, têm sido fator de sucesso para o ensino no mundo dos negócios”, acredita o VP.

Já o presidente da entidade, Rafael Krug, ressalta a importância de fazer da informação qualificada um impulsionador para concretizar a transformação digital nas empresas.

“Não é mais preciso afirmar que o novo mundo tem a tecnologia como protagonista na condução das organizações, pois essa é uma realidade. Quem ainda não se abriu para isso, ou acredita que as coisas voltarão a ser como antes, vai perder espaço e muito dificilmente sobreviverá aos novos tempos”, finaliza Krug.

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