A UPF inaugurou o primeiro módulo do UPF Parque há um ano. Foto: Governo do Estado do RS.

A Compasso, especializada na integração de soluções da Oracle, é a primeira empresa de porte a instalar operações no Parque Científico e Tecnológico UPF Planalto Médio (UPF Parque), atualmente na parte final da sua construção.

A companhia foi fundada em Passo Fundo e conta com uma sede no centro da cidade, onde tem mais de 120 colaboradores. Hoje, mas de 80% dos funcionários desta sede são formados pela UPF.

“Além disso, nas unidade de Porto Alegre e São Paulo também há vários profissionais que são ex-alunos da universidade, inclusive na diretoria”, relata Alexis Rockenbach, presidente da Compasso.

Ao todo, a empresa tem 250 colaboradores entre Passo Fundo e Porto Alegre. Na nova unidade, serão alocados inicialmente 20 funcionários. 

Segundo Rockenbach, no futuro toda a estrutura da empresa em Passo Fundo pode ser transferida para o parque, mas a decisão depende da opinião dos colaboradores, andamento das obras do parque e outros fatores.

A cada trimestre, a empresa oferece 40 bolsas de estudos na UPF e em faculdades de Erechim e Rio Grande para acadêmicos das áreas de Tecnologia da Informação, para que os alunos participem de formação a distância e se qualifiquem.

“Estamos contentes por termos encontrado mais um ângulo para ampliar nossa parceria com a UPF, que já tem mais de 15 anos. Esse movimento de estabelecer uma sede dentro do Parque amplia as oportunidades aos alunos e da comunidade, atendendo a demanda de oferecer mão de obra qualificada”, observou Rockenbach.

Fundada em 1995, a Compasso trabalha em três linhas, que também serão desenvolvidas na unidade do UPF Parque: desenvolvimento e manutenção de software, implementação de aplicativos e integração de sistemas.

No início de 2013, A UOL Diveo comprou 51% de participação na Compasso.

A UPF inaugurou o primeiro módulo do UPF Parque há um ano. Na primeira fase do projeto foram entregues 651,15 m² de área no Câmpus 1 da universidade.

A obra foi executada com recursos da Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Governo do Estado do RS (SCIT), que investiu R$ 924 mil, e contrapartida da Fundação Universidade de Passo Fundo (FUPF), que aportou R$ 316 mil na obra.

Segundo destaca a instituição, o parque tem como suas prioridades segmentos como TIC, metal-mecânico, saúde, alimentos, energia e biotecnologia.