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Wearables: tendência do corporativo?

11/04/2014 11:26

Deloitte aponta vestíveis como tendência para TI corporativa.

Google Glass. O seu próximo investimento? Foto: flickr.com/photos/69730904@N03

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Os wearables, nova categoria de gadgets de TI “vestíveis” como o Google Glass, a crescente gama de smartwatches e outros aparelhos com capacidades de medição de sinais corporais estão fazendo sua entrada no segmento corporativo – ou, pelo menos, nas apresentações de tendências futuras para o público corporativo.

Cláudio Soutto Mayor, consultor líder da Deloitte, colocou os wearables como um dos “disruptores” da TI corporativa nos próximos anos, junto a tendências mais batidas como crowdsourcing, softwares analíticos e mobilidade.

“Logo o Google Glass pode substituir os handhelds em muitas funções dentro das organizações”, apontou Mayor, falando para um público de CIOs durante o Seminário Executivo da Sucesu-RS realizado em Porto Alegre nesta quinta-feira, 10.

O consultor da Deloitte citou dados apontando que o mercado de wearables deve movimentar 10 milhões de unidades e um valor de total de US$ 3 bilhões em 2013.

Outras análise do Gartner, essa computando a receita combinada dos vestíveis, mais os apps e serviços relacionados, prevê uma alta de receita de US$ 1,6 bilhão no ano passado para US$ 5 bilhões até 2016.

De todos os wearables atualmente no mercado, o mais próximo de ter uma penetração no mercado corporativo é o Google Glass, que ainda nem tem disponibilidade totalmente aberta para o público [ou um conjunto significativo de apps que possam atrair um].

As vendas abertas devem acontecer apenas no segundo semestre desse ano.

Hoje, apenas 10 mil usuários beta, os chamados Glass Explorers, tem acesso ao uso do dispositivo e estão trabalhando nos primeiros apps.

O cenário deve mudar em breve: ainda nesta semana, o Google divulgou um link para empresas instessadas no Glass, o que sinaliza uma vontade de entrar de maneira mais organizada no segmento empresarial.

Por enquanto, só estão sendo aceitas empresas dos Estados Unidos. Parece que ainda falta bastante para os wearebles saltarem do mundo das palestras para o cotidiano dos CIOs brasileiros.

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