Sascar adota soluções da Oracle. Foto: divulgação.

A Sascar, empresa nacional especializada em sistemas de monitoramento de veículos e gestão de frotas, investiu na consolidação de sua infraestrutura de TI, adotando soluções de hardware e software da Oracle, com consultoria da Service IT Solutions.

O projeto envolveu a substituição de 70 servidores antigos por equipamentos Oracle Exalogic Elastic Cloud e a aplicação Oracle Exadata Database Machine. Além disso Sascar também optou por um contrato de Unlimited Licence Agreement (ULA), incluindo um pacotão de soluções.

Os software adotados pelo ULA foram Oracle Webcenter Suíte, Database Enterprise Edition, Real Application Cluster, Partitioning, Advanced Compression, Spatial, Oracle Data Integrator, Business Intelligence, e Secure Backup.  O valor do contrato não foi aberto.

A adoção das soluções da Oracle permitiu à Sascar criar um ambiente de TI escalável e aumentar em mais de quatro vezes a capacidade de monitoramento de veículos em tempo real, que hoje é de 230 mil em um universo de 15 mil empresas.

As informações de veículos coletadas pela Sascar geram atualmente até cinco mil mensagens por segundo. A infraestrutura foi construída para atender até 50 mil mensagens por segundo, 10 vezes mais que o valor atual.

Além disso, ajudou a Sascar a solucionar questões estruturais, como falta de espaço para storage e baixa performance de sistemas de core business.

A antiga infraestrutura não tinha capacidade para responder a esse volume, enviando cerca de 20% deste total para uma fila de backup, o que gerava atrasos no processamento.

“Além dos benefícios tecnológicos de compressão de dados, memória e capacidade de processamento, o Oracle Exadata Database Machine e o Oracle Exalogic Elastic Cloud nos possibilitaram reduzir uma grande quantidade de servidores, economizando espaço físico e reduzindo custos com manutenção”, destaca Cristian Simons, gerente de Desenvolvimento de Sistemas da Sascar.

Recentemente, a Sascar anunciou metas de crescimento de 15% a 20% ao ano, após cancelar seus planos de uma oferta pública de ações. A companhia, controlada pela GP Investimentos, tinha anunciado em 2013 que iria abrir seu capital, uma operação que poderia alcançar R$ 600 milhões. No entanto, a companhia reviu seus planos de expansão e decidiu captar menos recursos no mercado.

Em março, a companhia fez uma emissão de debêntures simples no total de R$ 100 milhões, com vencimento em cinco anos. A operação foi coordenada pelo Santander e pelo HSBC.