SUPERCOMPUTAÇÃO

Senai entra no grupo de centros da Intel

12/06/2015 15:43

Centro de Supercomputação do Senai Cimatec integra grupo de Intel Parallel Computing Center. Foto: Divulgação.

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A Intel selecionou o Centro de Supercomputação para Inovação Industrial do Senai Cimatec, na Bahia, como um dos membros do seu programa Intel Parallel Computing Center. Mais de 50 centros de computação paralela em todo o mundo fazem parte do Intel PCC. 

O Intel PCC SENAI Bahia se junta a um grupo de instituições que inclui ETH Zürich, Lawrence Berkeley National Laboratory, Universidades de Stanford e Wisconsin, Georgia Institute of Technology, Centro de Computação Avançada do Texas (TACC), Universidades de Bristol e Edimburgo. 

No Brasil, os centros de supercomputação da UNESP e UFRJ já fazem parte do programa.

“O centro do Senai Bahia hospeda o maior supercomputador da América Latin. Os Intel PCCs são centros voltados para o desenvolvimento de aplicações de ponta e formação de recursos humanos especializados em computação de alto desempenho”, destaca Fernando Martins, Diretor Executivo da Intel Brasil. 

Segundo a empresa, os Intel PCCs ajudarão a desenvolver, aprimorar e modernizar software para aumentar o paralelismo (possibilidade de realizar diversos cálculos computacionais simultaneamente) em aplicações científicas e industriais. 

Ao incentivar o avanço em escalabilidade, os centros buscam acelerar descobertas em diferentes áreas da pesquisa científica.

“Com apoio da Intel, o centro irá fomentar know-how e tecnologia de ponta com um viés industrial e auxiliar a suprir a atual demanda brasileira por instrumentos geradores de inovação”, afirma Leone Peter, diretor do Senai Bahia. 

O Centro de Supercomputação tem por prioridade o estudo e aprimoramento da tecnologia chamada Full Waveform Inversion (FWI) para o processamento de dados sísmicos 3D e 4D de dimensões industriais. 

O projeto tem entre os parceiros com a companhia de óleo e gás BG Brasil e colabora com pesquisas do Imperial College London (Inglaterra), referência mundial em FWI. 

A parceria contribuirá para o desenvolvimento de estudos em campos complexos de óleo e gás, incluindo a exploração da camada pré-sal. Com a entrada para o Intel PCC, o SENAI Bahia terá acesso a recursos variados como formação, financiamento, hardware, ferramentas de software e suporte técnico.

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