Murilo Mascaro, gerente de finanças e pagamentos da Ingresso Rápido. Foto: Divulgação.

A Ingresso Rápido, marketplace de tickets, está em fase de implementação de um sistema de biometria facial da Acesso Digital nas transações realizadas pelo site e app. 

A empresa espera que o sistema aumente a conversão de vendas e evite fraudes.

Com a solução, a companhia passa a contar com uma validação de selfies no processo de compra de ingressos, confrontado as faces dos consumidores em uma base compartilhada entre diversos varejistas do Brasil. 

Hoje, todo brasileiro que solicita um crédito ou compra um celular em algum dos clientes da Acesso Digital gera um novo cadastro para essa base.

"A Ingresso Rápido busca constantemente formas de melhorar a experiência de compra dos clientes, prezando sempre pela segurança. Acreditamos que a biometria facial da Acesso Digital garantirá tranquilidade aos clientes na compra, além de impulsionar muitos outros projetos que estão por vir", afirma Murilo Mascaro, gerente de finanças e pagamentos da Ingresso Rápido.

Recentemente, a Ingresso Rápido anunciou outra novidade em seu processo de vendas,  adicionando o WhatsApp como meio de notificação de compra. 

Em parceria com a Movile, a Ingresso Rápido passou a testar a solução empresarial do WhatsApp como plataforma de comunicação com seus consumidores.

Assim, toda a compra efetuada pelos canais de venda da Ingresso Rápido tem sua notificação, que originalmente era feita por e-mail, também realizada por WhatsApp.

Com mais de 14 anos de atuação, a Ingresso Rápido tem quatro escritórios distribuídos pelo país, com mais de 200 colaboradores.

Já a Acesso Digital foi criada em 2007 e teve um boom anos atrás, chegando a figurar no ranking da Deloitte que indica as 250 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil. Foram 142,2% de crescimento em dois anos, fechando com uma receita de R$ 26,2 milhões em 2013. 

No ano passado, a empresa divulgou a meta de cadastrar biometricamente pela face, em até três anos, toda a população economicamente ativa do Brasil. Na época eram 12 milhões de pessoas cadastradas na base, com média de 1 milhão de novos cadastros por mês.