Executivos durante o lançamento do novo Cubo.

O Cubo, aceleradora de empresas do Itaú, quadruplicou sua área disponível ao inaugurar um prédio de 14 andares e 20 mil metros quadrados de área na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, nesta quarta-feira, 15.

Hoje o Cubo tem 250 empresas aceleradas. Ao todo, 1,2 mil pessoas devem trabalhar no prédio, com outras 2 mil circulando todos os dias.

O novo espaço do Cubo tem tudo que se espera da aceleradora mais badalada do país: pisos duplos e áreas de coworking feitas em conjunto com a WeWork, no maior projeto do tipo na América Latina.

O local também tem uma “laje”, que é como o Cubo agora chama o seu antigo “rooftop”, explica o banco em nota. 

Um espaço de eventos tem dois duas videowalls medindo 5 m de largura e equipadas com 16 telas de 55’’, com capacidade para 380 pessoas. No térreo, um café aberto ao público, “ideal para um pitstop e networking com quem estiver passando pelo local”. 

Confete, telões e lajes a parte, os números divulgados pelo Cubo durante o lançamento mostram uma verdadeira potência no segmento de inovação no país, em movimento acelerado.

O faturamento das residentes, por exemplo, chegou a R$ 230 milhões nos primeiros seis meses do ano, um pouco mais do que o dobro do registrado em todo o ano de 2017.

O número de avaliadas também quase dobrou, passando de 300 em 2017 para 500 nos primeiros seis meses do ano. 

O investimento das empresas parceiras do Cubo, também cresceu, chegando a R$ 50 milhões no semestre, o mesmo valor investido no ano passado inteiro.

Nos últimos meses, grandes nomes do cenário empresarial brasileiro tem feito fila para se associarem ao Cubo, abrindo espaços dentro da aceleradora e a possibilidade de investir e contratar startups.

A lista hoje inclui Dasa, Kroton, brMalls, Rede, Accenture, Schneider, Sapore, Cisco, CI&T, AWS, TIM, Saint-Gobain, B3, Coca-Cola Brasil, Groupe PSA, iugu, GitHub e Salesforce.

Uma decisão do Cubo dá a entender que o número pode aumentar. As startups agora são divididas em cinco verticais, batizadas de Health, Retail, Education, Fintech e Industry, o que em tese facilita a aproximação com o mercado.