Foto: divulgação

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No aniversário de um ano do Pix, o Banco Central decidiu que a instituição financeira responsável pela transação deve ressarcir os valores para as vítimas de fraude ou falha operacional da transação.

Anteriormente, eram da responsabilidade dos bancos decidirem se deveriam ou não, realizar o ressarcimento aos usuários.

Segundo o BC, isso dificultava o processo e aumentava o tempo de análise do caso. Com o Mecanismo Especial de Devolução, as regras e os procedimentos envolvendo fraudes serão padronizados.

Ainda em 2021, o Banco Central tomou outras providências para evitar crimes ou fraudes envolvendo o pagamento e decidiu impor limite de R$ 1 mil para transferências feitas durante a noite (das 20h às 6h) pelo Pix, incluindo transações interbancárias, liquidação de TED e cartões de débito (como no WhatsApp Pay).

Segundo Paulo Souza, diretor de fiscalização do Banco Central, há 500 transações suspeitas para cada 100 mil transações com Pix (um total de 0,5%), seja de fraude ou em decorrência de um crime como sequestro-relâmpago. 

A suspeita de fraude na base de dados do Pix hoje é de aproximadamente meia transação a cada 100 mil.