Stefanini ensina idiomas aos funcionários com Rosetta Stone. Foto: reprodução.

A Stefanini, multinacional brasileira de TI, ampliou seu contrato de ensino com a Rosetta Stone para oferecer treinamento em diferentes línguas para seus funcionários ao redor do globo.

Com presença em 34 países, 85 escritórios e 35 idiomas, a Stefanini espera aperfeiçoar o desempenho de seus profissionais nas negociações com clientes e parceiros internacionais.

O novo contrato, de valor não aberto, envolve a extensão do Rosetta Stone Advantage, programa de aulas virtuais que abrange sete línguas diferentes e já era usado pela Stefanini.

Segundo destacou Milton Isidro, diretor geral da Rosetta Stone no Brasil, os bons resultados obtidos pela Stefanini com o Advantage fez a empresa adotar agora o Foundations, ferramenta de e-learning para alunos de nível iniciante a intermediário disponível em 24 idiomas.

Com os dois programas, a empresa contará com programas de aprendizado personalizados com base nas metas de cada pessoa, mais de 40 tipos de atividades, lições gramaticais e culturais e tecnologia de reconhecimento de voz.

"Isto é muito importante porque o colaborador aprende não só o idioma, mas diferentes aspectos da cultura e termos próprios de sua área de atuação", afirmou Márcia Mazzetto, diretora de RH da Stefanini.

Segundo a diretora, a maior necessidade é de treinamento de brasileiros para que se aperfeiçoem em inglês (85%) e espanhol (10%). Outro idioma requisitado pelos profissionais é o francês, com 1%.

"Apesar de serem oferecidos também os outros idiomas disponíveis, a adesão dos colaboradores ainda não é expressiva", explica Márcia.

Entretanto, com filiais em países asiáticos, como China e Filipinas, muitos talentos estrangeiros que trabalham em suas filiais tem a demanda de aprender português (cerca de 5%). Entre os expatriados também há interesse em aprender o idioma espanhol.

Segundo Mazetto, os participantes dedicam em média entre 10 e 14 horas ao mês aos estudos de idiomas e avançam pelo menos um nível do Marco Comum de Referência em um ano de formação.

"Temos hoje muitos colaboradores ativos, que estudam frequentemente os idiomas oferecidos e têm mostrado na prática maior proficiência, contribuindo efetivamente para tornar mais produtivas as relações de negócios da companhia", destaca a executiva.