O WeWork conta com 30 espaços de co-working. Foto: Divulgação.

O WeWork, uma plataforma avaliada em US$ 1,5 bilhão que oferece espaços de coworking para startups e freelancers, lançou uma nova rede social. A WeWork Commons é uma rede profissional com foco na troca de experiências.

O objetivo, segundo a empresa, é levar a sensação de trabalhar nos escritórios físicos do WeWork para qualquer um, em qualquer lugar, por uma assinatura de US$ 45 ao mês.

O serviço online permite que os membros - muitos deles empresários e profissionais de tecnologia - troquem experiências e conselhos, encontrem eventos, busquem um espaço de trabalho para alugar e acessem serviços de negócios com desconto. 

Este o tipo de benefício já é familiar para os mais de 15 mil inquilinos que o WeWork já alcançou, segundo o Wired. Agora, a empresa está abrindo essa possibilidade para quem não utiliza seus espaços de coworking.

No WeWork Commons, os membros podem acessar o serviço na web ou no aplicativo móvel e se conectar com outras pessoas de seus setores e ver um feed de notícias com as conversas entre os demais membros. 

É ali que eles vão ver as pessoas pedindo conselhos, feedback sobre um trabalho, referências e muito mais. 

A assinatura também vem com dois créditos por mês que os membros podem usar para reservar salas de conferência ou espaços de escritório em um dos locais físicos do WeWork. 

Os membros também tem acesso a benefícios como o seguro de saúde de baixo custo do Trinet e desconto para hospedagem web da Rackspace.

O Wired afirma que o WeWork não tem a ilusão de que esta nova rede social vá se tornar o próximo LinkedIn, que já é um negócio enorme, próspero e incomparável como ferramenta de recrutamento. 

No entanto, diz Kakul Srivastava, CPO do WeWork, pelo tamanho alcançou, o LinkedIn se tornou um lugar em que é difícil fazer outras coisas além do recrutamento. 

Por isso, o WeWork Commons vai ser quase o anti-LinkedIn, uma pequena comunidade de pessoas que ainda estão nos estágios iniciais de construção de algo novo e querem ajudar uns aos outros.

Sobre o preço da mensalidade, Srivastava afirma que o objetivo da empresa não é construir a maior rede social do mundo.

"Nossa rede é focada em um determinado tipo de pessoa. Não é para todos”, completa.