A Parks doou ao Inatel uma estrutura de rede POL (Passive Optical LAN). Foto: Divulgação.

A Parks doou ao Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações) uma estrutura de rede POL (Passive Optical LAN) que fornece internet a 10 laboratórios da instituição.

A infraestrutura doada economiza ao Inatel um investimento da ordem de R$ 120 mil.

Com a solução POL, todas as centenas de cabos de cobre antes utilizados para fornecimento de rede local foram substituídos por um único cabo de fibra óptica, que pode entregar velocidades de até 40 GB.

A rede também permite um consumo extremamente baixo de energia: não mais do que 90W, equivalente a uma lâmpada comum.

Na primeira fase do projeto, que contempla os laboratórios do Inatel, a redução de cabos de cobre e racks ao redor deverá ser da ordem de 27%, liberando salas e outros espaços. Quando o projeto avançar para mais prédios, em 2018, este corte deverá chegar a 90%. 

“Isto é possível devido à escalabilidade da solução POL. Quanto mais dispositivos a central POL conecta, mais benefícios ela traz para a rede”, comenta Daniel Grandin Lona, engenheiro de pré-vendas POL da Parks.

Além da central doada ao Inatel, a Parks também cedeu ao Instituto os terminais responsáveis por criptografar e descriptografar os dados, o que segue os padrões internacionais de segurança da informação.

O professor Arismar Cerqueira Sodré Junior, Coordenador do Laboratório WOCA do Inatel, detalha que em uma primeira fase, todos os laboratórios de pesquisa do Instituto serão interligados por meio da rede POL. 

“Vislumbramos expandir para outros prédios em 2018”, explica.

Nos laboratórios já contemplados, a estrutura doada pela Parks será utilizada para a realização de pesquisas em sistemas celulares de quinta geração (5G), comunicações ópticas, Internet das Coisas (IoT) e Internet do Futuro, dentre outras.

A POL cria uma rede totalmente segura e à prova de invasão por hackers. O software de gerenciamento, denominado Intellion (Intelligent Optical Network), detecta qualquer alteração na rede em tempo real.

“É possível, por exemplo, criar um mapa da planta baixa dos laboratórios com a disposição de cada terminal POL instalado. Isso facilita a visão geográfica da rede e configuração de múltiplos perfis de usuários, podendo o equipamento agrupar ou separar as redes virtualmente através de VLANs”, comenta.