AUTOMATIZAÇÃO

Flex usa Sovos para tributos

24/06/2021 12:25

Multinacional de manufatura de eletrônicos deixa planilhas para lá na área fiscal.

Linha de montagem da Flex. Foto: Divulgação.

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A Flex, multinacional de manufatura de eletrônicos, adotou um pacote de soluções para a área fiscal da Sovos para digitalizar a operação tributária no Brasil.

Por meio das ferramentas Taxtime, Taxcenter e Taxverify, a empresa automatiza processos de controle, armazenamento e validação de obrigações acessórias.

“Se antes utilizávamos e-mails e tabelas do Excel para gerenciar nossas atividades e obrigações acessórias, o que gerava muitas falhas, hoje conseguimos manter uma operação bem mais assertiva e organizada por meio de um calendário inteligente”, afirma George Ribeiro, analista fiscal da Flex.

A Flex é responsável pela montagem de equipamentos eletrônicos como computadores e celulares para uma série de grandes marcas, a partir de suas plantas instaladas em Sorocaba e Jaguariúna, no interior de São Paulo, e no polo industrial em Manaus, no Amazonas.

A Sovos é uma multinacional britânica da área de software fiscal que entrou no Brasil em 2017, ao adquirir a chilena Paperless, especializada em software de documentos eletrônicos.

A Paperless abriu sua operação por aqui em 2002, no mesmo ano em que foi criada no Chile, e trabalhava com toda a linha de softwares para atender as exigências fiscais do governo brasileiro, incluindo NFC-e, CF-e SAT, SAT, NF-e e outras. 

Em 2018, a Sovos cacifou sua operação no país com a contratação de Paulo Zirnberger de Castro, ex-VP de vendas para a área de serviços financeiros da SAP, para assumir o cargo de country manager.

Desde então, a empresa agregou outras aquisições no país: a Fit Sistemas e a Taxweb, ambas sediadas em São Paulo.

Como não poderia deixar de ser, o mercado brasileiro de software fiscal é pujante. 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o país tem 4377 normas tributárias em nível federal, estadual e municipal, cujo o atendimento custa R$ 162 bilhões por ano para as empresas do país.

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