Breno Riether Gomes, diretor de crescimento da Sankhya. Foto: divulgação.

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A Sankhya, companhia mineira de sistemas de gestão, fechou o ano passado com um faturamento próximo a R$ 200 milhões, o que representa um crescimento de 20% em relação a 2019. 

O ano de 2020 foi marcado pelo aporte de R$ 425 milhões recebido do GIC Private Limited, fundo soberano de Singapura e, para 2021, a expectativa da empresa é faturar um total de R$ 240 milhões.

Para isso, a Sankhya deve investir R$ 15 milhões na abertura de 15 novas unidades de negócios nas principais regiões do Brasil, além das suas 43 já existentes. A ideia é acelerar o ritmo de vendas e ganhar mercado em locais onde a empresa ainda não tinha presença física.

Além disso, a companhia vai começar a comercialização do seu ERP na modalidade Software As a Service (SaaS), que dispensa a assinatura de licenças.

“Dessa forma, oferecemos mais uma opção para nossos clientes, que poderão ter flexibilidade na hora de escolher a melhor solução para gerir seu negócio, sem disponibilizar um grande investimento logo de imediato, já que o pagamento pode ser feito de acordo com o uso”, explica Breno Riether Gomes, diretor de crescimento da Sankhya.

Para consolidar o novo modelo, a companhia está otimizando seus processos e se preparando para reduzir ao máximo o tempo de implantação e ganhar escalabilidade.

Em cinco anos, a meta da Sankhya é atingir a marca de R$ 1 bilhão de faturamento e “ser a empresa mais desejada do país quando o assunto é ERP”.

Fundada em 1989, a Sankhya tem 1,7 mil funcionários e disputa o mercado de ERP para pequenas e médias empresas, que ainda é bastante fragmentado. Nesse universo, ela atende uma base de 12 mil clientes nos 26 estados brasileiros.