A compra da Stratasys F270 pelo FIT foi concretizada em abril deste ano. Foto: Divulgação.

O FIT (Flextronics Instituto de Tecnologia), organização credenciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, acaba de adotar a solução em impressão 3D Stratasys F270. 

O objetivo é agilizar e ampliar sua produção de dispositivos de auxílio à manufatura e protótipos de ferramentas para automação industrial.

A opção pela impressora 3D Stratasys F270, que compõe a nova linha F123, ocorreu depois de diversos testes de resistência e qualidade de materiais ESD (antiestáticos) realizados pelo FIT, com o auxílio da LWT Sistemas, distribuidora autorizada da Stratasys no Brasil.

“O FIT é uma referência em seus mercados de atuação e ter uma de nossas soluções implantada na unidade de Jaguariúna contribuirá para a disseminação dos benefícios da manufatura aditiva para os processos produtivos de diferentes indústrias”, afirma Anderson Soares, diretor da Stratasys no Brasil.

Segundo Soares, o interesse do FIT pela solução da Stratasys foi despertado pela demanda de um de seus clientes: a Flextronics, que já utiliza impressoras 3D da Stratasys (linha MakerBot) em suas unidades de Jaguariúna, Manaus e Sorocaba, tendo agora solicitado ao instituto que amplie a oferta de dispositivos e protótipos mais sofisticados impressos em 3D.

O FIT, que já trabalhava com a tecnologia 3D como complementar aos métodos de produção tradicionais, como CNC e usinagem, começou a pesquisar as opções de manufatura aditiva mais adequadas para atender suas especificidades técnicas e disponibilidade orçamentária.

“Além de demandas específicas, como imprimir dispositivos antiestáticos, era preciso encontrar uma solução de instalação rápida para início imediato da produção. Isto porque ao trabalhar com eletrônicos, como computadores, celulares e máquinas de cartão de crédito, é fundamental considerar tempo e custos”, explica Jayme Barreto, gerente da Área de Engenharia de Automação do FIT.

Para a escolha do equipamento, o instituto analisou a precisão e qualidade das impressões em 3D, a oferta de materiais antiestáticos, o custo do equipamento e dos materiais de impressão, a rapidez e facilidade de instalação e uso e a manutenção acessível.

A compra da Stratasys F270 foi concretizada em abril deste ano. Cerca de 30 dias depois, o equipamento chegou ao Brasil e a solução foi implementada no FIT. 

“Estamos muito satisfeitos com os resultados já obtidos e agora a expectativa é a de ampliarmos nossa atuação, oferecendo novos tipos de dispositivos, de ponta a ponta, para os mais diversos processos das indústrias, inclusive para aqueles mais sensíveis, que ficam em contato direto com as placas de circuitos eletrônicos abertos”, completa Barreto.