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Goiânia pode sofrer um apagão da telefonia móvel, caso a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) leve a cabo sua decisão de desligar 130 antenas na região, informa a Exame.com.

Ao menos metade da população local ficará, por tempo indeterminado, sem acesso ao serviço, alerta o SindiTelebrasil, caso a medida seja implementada.

De acordo com o sindicato, além de exigir licença ambiental de um serviço que não polui e não causa danos ao meio ambiente, a legislação municipal de Goiânia impõe outras dificuldades à expansão dos serviços de telefonia celular.

Entre elas está a “obrigação descabida” de atualizar a cada dois anos a licença.

Na capital de Goiás, existem ao menos 261 estações radiobase (ERBs).

Em Porto Alegre, apesar de não haver uma legislação que preveja o desligamento de antenas, o projeto para flexibilizar as regras de licenciamento estão paradas na Câmara de Vereadores.

As empresas de telecomunicações reclamam que as legislações locais tornam os novos investimentos lentos e podem, inclusive, impedir a adoção da tecnologia de quarta geração (4G) na cidade, uma das metas para a Copa do Mundo de 2014.