Luiz Faro, diretor de engenharia de sistemas da Forcepoint para a América Latina. Foto: Divulgação.

A Forcepoint agora conta com Luiz Faro como diretor de engenharia de sistemas para a América Latina.

A contratação está ligada à estratégia da companhia em expandir seus negócios para atendimento à demanda regional e elevar a capacitação e entendimento territorial do time de SEs (System Engineer). 

Faro está baseado na subsidiária DO Brasil e responde a Wagner Tadeu, vice-presidente de vendas para a América Latina.

“Com o aumento e sofisticação das violações de dados é essencial mudar para uma abordagem de segurança focada em pessoas para entender o usuário e como ele interage com os dados críticos, bem como ter ciência das vulnerabilidades únicas que cada organização gera nesta interação”, diz Faro, que acrescenta,

Faro possui mais de dez anos de atuação em fabricantes como Symantec e RSA. Em sua última posição, liderou a equipe de Vendas Técnicas do Brasil e do Cone Sul na RSA, durante a aquisição pela Dell. 

O executivo investirá na construção de um ecossistema de parceiros para apoiar o processo de entendimento das diferentes normas e desafios de cibersegurança do território. 

“Cada país tem sua demanda e complexidade em termos de compliance corporativo, e precisamos adequar nossa estratégia caso a caso para a percepção por parte dos clientes de que nossa oferta é única e diferenciada para melhor atendê-los”, destaca.

No mercado desde 2016, a Forcepoint é um nome novo, mas tem grandes organizações por trás. A empresa é resultado da compra da Websense e da Stonesoft, uma companhia da Intel, por parte da divisão de cibersegurança da gigante de defesa americana Raytheon.

A operação no Brasil foi iniciada no mesmo ano da fundação. A empresa começou o trabalho com uma base consolidada de clientes a partir das empresas atendidas pela Websense, que já tinha presença no país, e o ecossistema de canais Intel, que vendia Stonesoft no Brasil.

O portfólio da empresa reúne sistemas que, além de protegerem a rede de ameaças externas, monitoram o comportamento dos funcionários para avaliar riscos de falhas (como abertura de e-mails com vírus) ou ações mal-intencionadas, como roubo de informações.

A companhia planeja aumentar a rede de parceiros e treinar os canais anteriores para atender todo o seu portfólio no Brasil.

A Forcepoint inclui em seu portfólio sistemas como DLP (Data Loss Prevention), UEBA  (User and Entity Behavior Analytics), CASB (Cloud Access Security Broker), Web/Email Security e Next-Generation Firewall (NGFW).