Cleber Ribas, vice-presidente da Blockbit. Foto: Divulgação.

A corretora de seguros Vila Velha adotou a solução UTM (Unified Threat Management) da Blockbit, fornecedora global de produtos de cibersegurança. O projeto surgiu da necessidade de ampliar a infraestrutura de TI e gerenciar o acesso de aplicações dos funcionários. 

Fundada em 1975, a Vila Velha Seguros é responsável por mais de um terço dos seguros condominiais na cidade de São Paulo. Com mais de 600 colaboradores, a empresa tem expandido seus serviços entre os escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro.

Acompanhando essa expansão, a empresa adquiriu, para a matriz de São Paulo, a solução Blockbit UTM, plataforma para gerenciamento de segurança da informação. A solução foi escolhida em substituição ao firewall tradicional. 

O sistema unifica tecnologias de Next Generation Firewall, IPS, VPN IPSec, VPN SSL e ATP - Proteção Avançada contra Ameaças, além de controle a aplicações de Web 2.0, tais como Facebook, Google, Twitter, Linkedin, Dropbox, entre outras.

Com a implantação da solução, a empresa criou uma política de segurança, até então inexistente. 

“O Next Generation Firewall tem a capacidade de combinar simplicidade com segurança no processo de criação de regras, o que não estava disponível nos firewalls convencionais”, aponta Alessandro Alzani, gerente de Segurança da Informação da Vila Velha. 

Assim, a área de TI passou a ter uma visão mais ampla sobre os problemas de navegação dos usuários.

“Agora consigo visualizar o que é produtivo para os funcionários e com isso tivemos um ganho de 30% na produtividade dos colaboradores”, destaca o gerente de Segurança da Informação da Vila Velha.

O projeto implementado na Vila Velha Seguros contou com a instalação de dois appliances modelos BB1000, de alta disponibilidade. 

Com mais de 2 mil clientes corporativos ativos e uma equipe de 100 profissionais, a Blockbit tem escritórios na América do Norte, América Latina e Europa. A companhia foi fundada a partir de uma joint-venture formada por BNDES, fundo de investimentos DLM e integradora Cipher. O negócio foi viabilizado a partir da compra da BRconnection, por R$ 20 milhões, no ano passado.