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O universitário norte-americano Kevin Lee, estudante da Mason University (Virgínia), nos Estados Unidos, fatura US$ 50 mil (R$ 79,4 mil) por ano desbloqueando iPhones.

Lee disse ao jornal Washington Post que começou a “trabalhar” para ajudar alguns amigos.

Aos poucos, a atividade cresceu até os 40 clientes semanais atendidos atualmente pelo americano, que anuncia seus serviços no site de classificados Craigslist.

“Acabou virando uma bola de neve. Eu tinha de cinco a dez clientes por semana, agora fica na faixa de 30 a 40. Acabei de atender um cliente da embaixada da Mongólia”, contou ao jornal.

Mal visto pela Apple, que cassa os a garantia dos clientes automaticamente após o desbloqueio, o jailbreak é, segundo a PC World, considerado legal desde julho do ano passado.

Calcula-se que os aplicativos para esses modelos movimentem US$ 10 milhões por semana, apenas na Cydia, loja alternativa de apps para os portáteis da Apple, que registra 4,5 milhões de usuários ativos a cada semana.

No Brasil, o desbloqueio chegou a ser anunciado em jornais de grandes cidades por ocasião do lançamento do primeiro modelo do aparelho, especialmente antes da venda oficial, via operadora.

O serviço ainda é oferecido por aqui.