A Braspag, especializada em soluções de pagamento e serviços financeiros para e-commerce, contratou Luis Lima como seu novo diretor Comercial.

O executivo, que tem nove anos de carreira, vem da Boldcron/UOL, onde ficou de 2008 até o fim de 2011 na diretoria Comercial de meios de pagamento.

Antes disso, Lima também atuou na área comercial da Tivit. O currículo inclui, ainda, passagem pela e-Financial.

Na Braspag, o executivo vai comandar as áreas de Vendas, Marketing, Relacionamento com Cliente (suporte e implantação) e Grandes Contas.

“O objetivo é avaliar e planejar todas as estratégias de vendas e marketing, e assegurar o cumprimento de metas e a evolução na comunicação interna e externa”, define Lima.

Reestruturação

Conforme o diretor, sua contratação faz parte de um processo de reestruturação da Braspag que começou em outubro passado, com a designação de Gastão Mattos como presidente, no lugar de Daniel Bento, ex-country manager da Decolar.com, que atuou apenas sete meses na companhia.

Mattos veio da presidência da M-Cash, onde estava desde 2006.

Formado em engenharia de produção pela Escola Politécnica da USP, o novo CEO também foi vice-presidente de marketing da Visa (1996-2001), diretor da Credicard (1990-1995) e presidiu a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (2002-2005).

A empresa
A Braspag atua com processamento de pagamentos para e-commerce e call center no Brasil, México, Colômbia, Chile, Argentina, Estados Unidos e alguns países da Europa.

A companhia, que também integra os meios de pagamento e consolida o processo de contas a receber das principais lojas virtuais do país, foi adquirida em maio de 2011 pela Cielo, especializada em equipamentos e soluções para meios de pagamento eletrônico.

Antes disso, em 2009, a companhia fundada em 2005 já havia sido comprada pelo grupo Silvio Santos, em uma transação de aproximadamente US$ 25 milhões.

De acordo com dados divulgados pela própria empresa, a Braspag possui 65% de market share no setor de processamento de pagamentos para e-commerce no Brasil.

Em 2010, a companhia processou o equivalente a R$ 17 bilhões em transações eletrônicas no país.