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A revista Exame desse mês traz uma reportagem prevendo uma onda de investimento em startups brasileiras.

Segundo o veículo, em agosto e setembro o país recebeu visitas de expedições de fundos da Inglaterra, dos Estados Unidos e da Holanda, além de alguns investidores chineses.

"A sensação é a de que eles enxerguem no país a chance de repetir as histórias de crescimento explosivo que o mercado americano viu anos atrás”, comenta André Luiz Monteiro, um dos fundadores do Compra3, site de descontos progressivos.

De acordo com a Exame, a mistura de redes sociais com todo o tipo de negócio, do comércio eletrônico até as buscas, faz do Brasil um laboratório ideal para testar novidades.

"Hoje recebemos cerca de 40 projetos todo mês. Criar uma empresa de base tecnológica está muito mais simples”, afirma Roberto Binder, gestor nacional do Criatec, à revista.

A existência de uma grande demanda de dinheiro para companhias muito jovens é uma das características dessa nova onda de startups no Brasil, mas ainda falta um ambiente de troca de experiência, de polinização cruzada entre startups e opções de ideais de saída, conclui a Exame.