A América Latina vai enfrentar um 2011 de crescimento econômico mais lento do que no ano passado.

A taxa média prevista por analistas de mercado ouvidos pelo Valor Online é de 4,2%.

Para 2010, a projeção era de 6%.

Na região, Chile, Peru e Argentina deverão ter os melhores desempenhos deste ano, seguidos de perto por Paraguai e Uruguai.

Já no Brasil a expansão desacelera, devendo ficar em cerca de 4,5%, ante os 7,6% estimados para 2010, conforme análise da Cepal, agência da ONU.

Conforme avaliação de especialistas do banco americano Goldman Sachs para América Latina, os países deverão atentar para questões como ajustes fiscais e monetários para dar sustentabilidade ao crescimento contido.

Além disso, investir em infraestrutura também será item essencial da estratégia de manutenção da estabilidade da economia.

Ainda segundo os analistas, a América Latina também está exposta a possíveis ameaças externas, como a disseminação dos problemas das economias menores da União Europeia para todo o bloco, o que poderia gerar uma aversão ao risco, afetando diretamente países latinos.