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A desaceleração no PIB em 2011, que cresceu 2,7% frente os mais de 7% no ano passado, é uma prova da desindustrialização brasileira, na opinião do presidente da Abinee, Humberto Barbato.

“Após um começo de ano com previsões exultantes, que assinalavam crescimento do PIB acima de 5%, o ânimo e as estimativas foram se derretendo”, disse, ao site Convergência Digital.

Segundo Barbato, os dados do PIB mostram que o afrouxamento da política monetária não alcançou os efeitos esperados e tampouco foi suficiente para compensar os efeitos da hipervalorização do câmbio.

Barbato salienta ainda que o balanço das contas torna evidente o fato de que o setor mais prejudicado nesse contexto foi a indústria.

“Enquanto o agronegócio e os serviços cresceram, respectivamente, 3,9% e 2,7% em 2011, a indústria avançou apenas 1,6%. Pior, a indústria de transformação ficou estagnada”, enfatiza.

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