Guapo: talento gaúcho em M&A

21/06/2011 10:15

Com foco nos setores de TIC, infraestrutura, energético, agronegócio, farmacêutico e imobiliário do Sul brasileiro, Uruguai e Argentina, está no mercado o Guapo Capital Group.

O negócio, focado em operação de M&A (sigla em inglês para fusões e aquisições), reestruturação de empresas e business valuation abriu as portas em março e já soma 15 clientes.

Fernando Spadari, sócio e principal executivo do Guapo Capital Group

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Com foco nos setores de TIC, infraestrutura, energético, agronegócio, farmacêutico e imobiliário do Sul brasileiro, Uruguai e Argentina, está no mercado o Guapo Capital Group.

O negócio, focado em operação de M&A (sigla em inglês para fusões e aquisições), reestruturação de empresas e business valuation abriu as portas em março e já soma 15 clientes.

A divisão societária é igualitária entre o empresário Fernando Spadari (ex-Global Nova e iVirtua), o advogado Fabrício Scalzilli e os ex-secretários do Estado Nelson Proença, que atua no conselho da empresa, e Aod Cunha - este unicamente com participação societária.

“Somos uma boutique de negócios e, futuramente, pretendemos também nos tornar um fundo de venture capital“, conta Spadari, executivo principal da companhia. “Queremos ser referência em nosso setor no Sul, região onde todos temos muito conhecimento da cultura local, além de expertise em mercados nos quais queremos atuar fortemente, como é o caso da tecnologia”, complementa.

Spadari, que é responsável pela execução dos negócios, apoiado por um conselho formado por Proença, Scalzilli e outros dois profissionais de mercado, afirma que a TIC é um mercado em aberto para o grupo.

O grande mote, segundo o executivo, são as peculiaridades do setor e a força do Sul neste segmento.

“A TIC é uma área que precisa de consolidação, pois apresenta muitas particularidades, muitos itens de valorização diferentes de outros setores”, destaca o empresário. “Só em se tratando de Rio Grande do Sul, por exemplo, estamos falando de um estado muito forte neste setor, com dois grandes polos – Tecnopuc e Tecnosinos – e superior em educação em TI”, ressalta.

Além do conselho já citado, o Guapo também conta com um time de analistas, todos especialistas nas verticais a que atendem.

Hoje, são seis profissionais na equipe, focados em atividades de inteligência de mercado, elaboração de booking, precificação, business valuation, entre outras focadas no processo de análise e operação das ações envolvidas nas estruturações de M&A.

Nos próximos meses, conforme Spadari, a meta é ampliar o time.
 

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Valor das fusões em TI dobra

O volume movimentado em operações de fusão e aquisição no setor de tecnologia mais que dobrou no primeiro trimestre de 2011, ao passar de US$ 12,1 bilhões para US$ 27 bilhões em um ano.

Os valores indicam um aumento no valor médio dos negócios, já que o número total de operações saltou 21% para 794.

As informações são de um estudo da Ernst & Young divulgado pelo Valor Econômico nesta quarta-feira, 08.

TIC liderou fusões e aquisições em 2010

Um estudo da Dextron Management Consulting, consultoria especializada em estratégia e gestão de negócios, apontou que o setor de informática e Telecom foi o que mais realizou fusões e aquisições no Brasil em 2010.

Das 318 operações do gênero, 47 aconteceram entre empresas que atuam com tecnologia, o que representa um crescimento de 62% em relação a 2009.

Fusões e aquisições batem recorde no Brasil

As fusões, aquisições e reestruturações societárias no Brasil somaram R$ 184,8 bilhões no ano passado, um desempenho recorde desde 2006, quando teve início o registro com a atual metodologia, segundo estudo da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

PwC: fusões e aquisições abrem ano aquecidas

Relatório da PwC sobre o mês de janeiro de 2011 aponta que o movimento de fusões e aquisições segue aquecido no início deste ano, após os recordes históricos de 2010, com 791 transações.

Segundo a auditora, o volume total do primeiro mês do ano ficou 16% abaixo do registrado no mesmo período em 2010. Ainda assim, as 53 negociações anunciadas até 31 de janeiro seguem acima da média mensal dos últimos cinco anos – 47.

E&Y: 2011 terá mais fusões e investimentos

Um estudo conduzido pela Ernst&Young mostrou que o retorno da confiança econômica pode aumentar as fusões e as aquisições em 2011.

No ano passado, apesar dos impasses econômicos mundiais, o volume de negócios cresceu 3%, alcançando US$ 1,9 trilhões, número 26% maior do que o constatado em 2008, mas significativamente menor que o recorde de 2007, quando foram registrados US$ 4,7 trilhões.

Brasil é 49ª em ranking de fusões e aquisições

O Brasil ocupa a 49ª colocação de um ranking da Ernst & Young e City University de Londres sobre o ambiente para fusões e aquisições de 175 países.

O levantamento mediu o índice de maturidade para fusões e aquisições de cada país. Regionalmente, a Ásia foi vista como a mais favorável para as transações, atrás apenas dos mercados desenvolvidos.

Fusões em TI crescem 48%. Brasil de fora

No terceiro trimestre de 2010, aumentou em 50%, no mundo, o volume de fusões e aquisições envolvendo companhias de tecnologia no terceiro trimestre em relação ao período entre abril e junho, e 48% em comparação ao mesmo período do ano passado.

O Brasil, entretanto, não registrou negócios de tecnologia no 3T10.

Benner projeta fusões?

A catarinense Benner Solutions estaria negociando uma fusão para formar uma holding com faturamento anual de R$ 500 milhões com foco no mercado de ERP.

Fontes de mercado ouvidas pelo Baguete Diário informam que pequenas sociedades da empresa, como a paranaense Benner Saúde especializada em gestão de planos de saúde, e a desenvolvedora de soluções de logística Benner BH de Belo Horizonte, seriam incorporadas ao mesmo grupo.

PWC: fusões e aquisições estão 20% maiores

As fusões e aquisições no Brasil de janeiro a outubro de 2010 são 20% maiores que no mesmo período do ano passado, aponta relatório da PricewaterhouseCoopers.

Segundo o documento em relação ao mesmo período do ano de 2007, ano recorde até então de número de transações anunciadas, foi verificado um crescimento a 6%.

Tivit tem diretor para fusões

A Tivit contratou um executivo para assumir a área de Fusões e Aquisições e Planejamento Estratégico.

André Guimarães Frederico foi  diretor Financeiro da BRQ e também teve passagens por empresas no setor financeiro como Merrill Lynch e Pátria Investimentos.

E&Y: multis menos interessadas em fusões

O número de empresas com alcance global em busca de aquisições e fusões reduziu, no atual semestre, em relação aos primeiros seis meses deste ano. É o que aponta um estudo promovido pela Ernst & Young com mais de 1 mil executivos ao redor do mundo.

Brasil: fusões e aquisições disparam 81,9%

O mercado de fusões e aquisições deu uma disparada de 81,9% de janeiro a setembro de 2010, aponta levantamento da Thomson Reuters. No período, o giro financeiro totalizou US$ 88,8 bilhões.

Segundo a consultoria, o avanço se deu em função do acesso a capital internacional por grandes empresas domésticas, interesse de estrangeiros pelo Brasil e consolidação em vários setores da economia.

Fusões e aquisições cresceram 98% no pais

O volume de fusões e aquisições praticamente dobrou no primeiro trimestre de 2010, em relação aos três primeiros meses de 2009: conforme avaliação da Deloitte Touche Tohmatsu, organização de firmas-membro que atua em auditoria, impostos, consultoria e finanças corporativas, a alta foi de aproximadamente 98%, somando 214 operações.

Fusões: nos planos de 57% das empresas

Entre as companhias globais, 57% afirmam que podem ou devem adquirir outras companhias nos próximos 12 meses, ante quase o dobro dos 33% que afirmavam o mesmo há seis meses. E mais: 47% esperam que as ações se concretizem em seis meses, ante 25% com a mesma expectativa no final do ano passado.

A conclusão é do estudo Capital confidence barometer, da Ernst & Young, que ouviu mais de 800 executivos seniores em todo o mundo, em março passado, e que contém as perspectivas das empresas para os próximos 12 meses.

Forrester: TI precisa participar de fusões
Um estudo da Forrester Research identificou que as empresas em geral têm dado menos importância do que deveriam ao papel dos CIOs durante as tratativas para negócios de fusões, incorporações e venda.

Conforme o analista da consultoria George Lawrie, os gerentes de tecnologia são, geralmente, consultados somente após a conclusão dos processos. Entretanto, segundo ele, a presença da área de TI durante essas negociações seria "apropriada e inteligente".
Fusões e aquisições desafiam TI

Carlos Eres, CEO da GFT Ibéria e responsável pelo grupo GFT do Sul da Europa e Américas, publica artigo no Baguete, nesta quarta-feira, 02.

O executivo ressalta os passos e os cuidados que as organizações devem tomar no processo de integração que envolve uma fusão ou aquisição.

Fusões: tudo depende dos primeiros 100 dias
Rodrigo Gonsales, sócio responsável pela área de Business da everis Brasil, publica artigo no Baguete nesta terça-feira, 15.

O executivo fala sobre a intensificação das fusões e aquisições e analisa a lentidão nos processos de integração, destacando a importância dos 100 primeiros dias na materialização das sinergias planejadas.