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Relatório da Linux Foundation indica que o setor de telecomunicações sem fio tem crescido em contribuição para o universo Linux.

O estudo mostra que  enquanto o papel das tradicionais desenvolvedoras do sistema, como Red Hat, Novell e IBM, está se moderando ligeiramente, companhias que têm foco no Linux para aparelhos móveis vêm se tornando cada vez mais importantes no desenvolvimento da plataforma.

Com o sucesso do Google Android, aponta a agência Reuters, que tem por base o Linux, este sistema operacional se tornou força importante no mercado de software para celulares inteligentes, relata a organização.

O Google pretende reproduzir no setor de Internet móvel, que se desenvolve rapidamente, o seu sucesso nas buscas de Internet para computadores

No começo do ano, Intel e Nokia, a maior fabricante mundial de celulares em volume, fundiram suas versões do Linux e criaram o MeeGo, que chegou aos consumidores por meio de um pequeno fabricante de computadores tablet, até agora.

Um lançamento maior, pela própria Nokia, é aguardado para o ano que vem.

A Intel ultrapassou a Novell e a IBM e se tornou a segunda maior contribuinte para o Linux, enquanto a Nokia subiu ao quinto posto.

Mais 70% das contribuições são de assalariados
O relatório indica que mais de 70% das contribuições vêm de programadores que estão sendo pagos por seu trabalho no desenvolvimento do Linux por empresas que esperam se beneficiar dos avanços que esse trabalho permitirá na plataforma.

Os fornecedores de software Linux ganham dinheiro ao vender melhoras e assistência técnica, e o Linux concorre diretamente com a Microsoft, que cobra pelo Windows e se opõe ao compartilhamento livre dos códigos de seus programas.