O SAS, companhia especializada em inteligência analítica, encerrou 2011 com faturamento mundial de US$ 2,725 bilhões, 12% a mais do que no ano anterior.

Só no Brasil, as vendas de novas licenças da companhia aumentaram 30% ano/ano, com incremento maior nos setores de finanças, Telecom, governo, utilities e varejo, nesta ordem, informa o ComputerWorld.

Para 2012, a projeção da companhia é crescer 20% no país.

De acordo com o presidente do SAS para o ConeSul, Márcio Dobal, o crescimento no Brasil é favorecido pela demanda por soluções de prevenção e redução de riscos, especialmente para bancos.

Ferramentas e serviços de governança interna e externa, além da área de customer intelligence, também fomentam os negócios no país.

Para este ano, a aposta no país serão soluções anti-fraude, a exemplo da estratégia já adotada nos EUA, onde, segundo Dobal, a empresa vende muito mais deste tipo de ferramenta, do que produtos para a gestão de risco.

Além disso, o SAS aposta em tecnologias de in memory e Big Data, em parceria com nomes como Teradata e EMC.

Atualmente, o SAS tem 150 clientes no Brasil, atendidos por meio de uma rede de 20 parceiros.

O modelo comercial é focado 100% em licenças alugadas, e exige renovação – se o cliente não renova, o serviço é interrompido.

Hoje, o índice de renovação fica em 98% no país, destaca Dobal.