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A Usina São Judas Tadeu, de Jaíba-MG, adotou o Elipse E3, da porto-alegrense Elipse Software.

A usina faz parte da Sada, grupo composto por um conglomerado de empresas que atuam em diversos segmentos como siderurgia, energia elétrica, logística, componentes automotivos, editoração, entre outros.

Em abril de 2010, a exportação de energia foi elevada para 24,5 MWh com a inauguração da nova subestação e de uma linha de transmissão de 17 km, ambas em tensão de 138 kV, interligando assim a subestação da usina com a SE Manga 5 da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).

O E3 foi implementado, com apoio da AFAP Eletro Mecânica e Eletrônica, para supervisão e controle da SE São Judas Tadeu.

Com a solução, os operadores da companhia podem controlar todos os equipamentos que integram a subestação. O monitoramento abrange não só a visualização da atual condição dos disjuntores e seccionadoras, mas também a possibilidade de efetuar comandos de abertura e fechamento destes dispositivos de forma rápida e segura, quando necessário.

O transformador é outro dispositivo monitorado pelo E3, revelando desde a temperatura encontrada no enrolamento até o nível do óleo responsável por seu isolamento.

O comportamento dos disjuntores presentes nos cubículos de média tensão, equipamentos cuja função é permitir a passagem da energia do gerador para a subestação e desta para a SE da Cemig, também pode ser visualizado via as telas do software.  

O E3 também permite que o operador emita dois relatórios em PDF relacionados aos alarmes e eventos. Através deles, é possível visualizar a data, hora, descrição e o nome do usuário que reconheceu a ocorrência ou que efetuou qualquer operação sobre um dos equipamentos da subestação.

É possível, também, selecionar o período a ser monitorado, podendo, por fim, imprimir os relatórios.

Níveis de tensão, potência e a corrente elétrica da energia durante a sua passagem pela subestação também podem ser monitorados por meio do software gaúcho.

“Graças ao E3 não é mais necessário se deslocar até o pátio da subestação para efetuar qualquer operação ou se obter um diagnóstico de um problema”, destaca Eduardo Chinelato, projetista da AFAP.