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A área de Soluções de Mobilidade para Governo & Empresas da Motorola anunciou, em conjunto com o IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o início da operação de sua solução RFID- Radio-Frequency Identification, tecnologia de identificação por radiofrequência na Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo.

A Motorola investiu R$ 1,4 milhão no desenvolvimento da solução, que começou a funcionar como piloto em 2007, na região do Butantã, na capital paulista. O projeto faz parte do Programa de Desenvolvimento Tecnológico da Motorola Brasil, que já acumula investimentos de US$ 283 milhões nos últimos dez anos.

A proposta da solução é efetuar o controle, em tempo real, do fluxo de provas criminais, visto que antes da implementação desse sistema, todos os registros eram realizados manualmente, o que abria precedentes para perdas e roubos de objetos muitas vezes essenciais para a investigação.

Com a adoção da tecnologia os inquéritos criminais serão gerenciados com equipamentos de última geração, que permitem a identificação das provas no local onde foram coletadas, a partir do momento em que o policial colocar uma etiqueta eletrônica com RFID. No mesmo instante, a delegacia recebe a informação do objeto encontrado e pode recuperar e armazenar dados remotamente.

Além disso, com a finalidade de que os objetos com RFID sejam mais bem monitorados, as portas de entrada e saída das regionais com o sistema instalado receberam leitores de etiquetas que identificam as provas, para conferir mais segurança à análise.

RS: reconstituição com imagens em 360°

A reconstituição de caso com imagens em 360°, igual à técnica utilizada no Google Street View, é um dos recursos do projeto que está sendo desenvolvido no Departamento de Crimanilística do Rio Grande do Sul, do Instituto Geral de Perícias (IGP), que fica em Porto Alegre.

Esta e outras tecnologias desenvolvidas pelos peritos gaúchos foram notícia no Baguete, que pode ser conferida na íntegra no link relacionado abaixo.