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A elevação do dólar, que somou 20% no último trimestre e já bate na casa do R$ 2,22, não terá efeito sobre os preços praticados pela Progress no Brasil, a menos que aconteça "um desastre".

A afirmação foi feita pelo contry manager da Progress no Brasil, Claudio Menezes, durante coletiva de imprensa no Progress Technology World Exchange Brasil 2008, em São Paulo, nesta quinta-feira, 16.

De acordo com o executivo, há quatro anos a subsidiária brasileira trabalha com uma tabela em Reais, o que lhe permite não repassar os custos gerados pela desvalorização da moeda em meio à crise financeira.

"Podemos sustentar isso sem problemas, a menos que aconteça um desastre e o dólar salte para R$ 4", avalia o executivo.

Menezes é otimista quanto à capacidade da operação brasileira de manter os bons resultados acumulados nos últimos quatro anos, quando sempre manteve crescimento na casa dos dois dígitos, chegando a ser a que mais cresceu em 2007 no mundo.

"Setores como manufatura e retail, nos quais somos fortes por aqui, estão menos expostos às consequências da crise, pelo menos até o momento", explica Menezes.

O editor do Baguete, Maurício Renner, cobriu o PTW - Progress Technology World Exchange Brasil 2008, em São Paulo, a convite da Progress Software.