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Uma pesquisa realizada em outubro pelo FortiGuard Lab revelou um desenvolvimento do malware DroidKungFu, que representa a nova evolução do malware móvel.

De acordo com o FortiGuard Lab, centro de pesquisa ligado à provedora de segurança Fortinet, a ameaça é um malware Android  que age como um botnet  capaz de baixar outros malwares, abrir aplicativos e browsers, além de deletar arquivos no sistema do telefone.

"Disfarçado como uma aplicação legítima de aplicativo cliente VPN, o Droid tem acesso ilimitado ao dispositivo a partir de engenharia social”, relata Derek Manky, estrategista sênior de segurança da Fortinet.

A companhia também alerta sobre links encurtados, justificando que o formato é um dos preteridos pelos criminosos na web. Já que são usados para ofuscar endereços maliciosos na rede.

"Estamos vendo os criadores de softwares maliciosos desenvolverem seus próprios serviços de encurtamento de URL para burlar a tecnologia de detecção de spam. Este é mais um exemplo de crime como um serviço (CaaS) que os cibercriminosos oferecerem”, conclui o estrategista.

Além da pesquisa da Fortinet, um levantamento divulgado pelo IDC estima que a venda de aparelhos smartphones e tablets deverá ultrapassar a venda de computadores desktop no país ainda este ano e que o Android vai assumir a liderança como o sistema mais popular, tornando a plataforma atraente para os criminosos virtuais.

Com sede na Califórnia, nos Estados Unidos, a Fortinet tem como carro-chefe o FortiGate, produto que oferece performance acelerada ASIC e integra múltiplas camadas de segurança projetadas para proteger contra ameaças de rede e aplicações.

Atualmente, na carteira de clientes, conta com empresas, provedores de serviços e entidades governamentais.