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A TI da Paquetá está passando por uma revolução, que deve ter um dos seus pontos altos até metade do ano, quando a empresa terá escolhido qual será seu novo software de gestão.

Os primeiros passos foram dados no ano passado, com a entrada de um novo time de gestores na informática da fabricante de calçados. Desde então Rafael Fossati Fritsch (ex-Sonae PT/Tlantic), Magda Godoy (ex-Vivo) e Luiz Alexandre Marmitt (ex-RGE) já realizaram uma série de mudanças destinadas a atualizar a informática da Paquetá.

“Durante anos, a empresa esteve muito centrada na expansão dos negócios e a TI acabou ficando de lado”, aponta Fritsch, que responde pela área de infra-estrutura da TI. Magda e Marmitt respondem pelo desenvolvimento de sistemas para a área de varejo e industrial, respectivamente.

As primeiras medidas de atualização foram a introdução de metodologias de suporte baseadas em ITIL e PMI, suportadas por uma solução profissional de help desk da Constat.

Agora, o desafio é substituir o ERP desenvolvido internamente por um dos grandes pacotes de mercado, decisão que já causou muita dor de cabeça em companhias do mesmo ramo no Rio Grande do Sul. “São experiências que nos ajudarão a decidir melhor”, resume Fritsch.

Para o executivo, as vantagens de padronização e a facilidade na hora de encarar fusões futuras justificam o investimento em um novo software de gestão. O ERP deve ser combinado com alguns softwares específicos, focados no setor calçadista.

Concentração de servidores
Depois do ERP, a Paquetá avalia a possibilidade de concentrar na sede em Sapiranga seus CPDs, hoje distribuídos entre a cidade, Porto Alegre e Recife. “Estamos estudando também a possibilidade de virtualizar 80 desses servidores”, adianta Fritsch.