A paulista Acesso Digital, especializada em tecnologia para digitalização de documentos, encerrou 2011 com faturamento de R$ 12 milhões, crescimento de 71% ante o ano anterior.

Para este ano, a empresa espera dobrar o faturamento, além de ampliar em 40% o quadro atual de funcionários, que passou de 51, em 2010, para 76, em 2011.  

A companhia tem, ainda, a meta de ser a empresa de seu setor que mais cresce no Brasil, conforme anunciado no ano passado, na abertura de uma filial em Curitiba – a segunda unidade da companhia no Sul, região onde atende a mais de 21 clientes ativos, respondendo por cerca de 8% do faturamento geral.

Também no ano passado a Acesso Digital figurou em oitavo lugar no ranking das PMEs que mais cresceram no país em 2010, de acordo com dados da consultoria Deloitte, publicada pela revista Exame PME, e em terceiro entre as 95 Melhores para se Trabalhar em TI e Telecom do Brasil, na lista do Great Place to Work Institute publicada pelo Computerworld.

Além disso, em 2011 a companhia também foi selecionada para integrar o grupo de apoiados pela Endeavor Brasil.

“Outro destaque foi a diversificação de nossos serviços, com o desenvolvimento de produto e de funcionalidades para a solução de digitalização de documentos Safe-DOC”, afirma Diego Torres Martins, presidente da Acesso Digital.  

A expansão territorial também foi além do Paraná, com novas unidades em Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Ribeirão Preto.

As unidades de Porto Alegre e do Rio de Janeiro, abertas em 2010, foram ampliadas e receberam novos colaboradores.

A empresa também conquistou novos clientes, como Grupo Citi-Credicard e Lojas Marisa.

Para este ano, o foco são serviços no segmento imobiliário e no de Telecom, nos quais já atende nomes como Vivo, TIM, Cyrela e CrediPronto (join-venture entre a Lopes e o Itaú).

A Acesso Digital também prevê o lançamento de novas funcionalidades para o Safe-DOC, com foco na gestão de notas fiscais de produtos e serviços, tanto físicas quanto eletrônicas.

Já em 2013, a empresa entrará em um novo ciclo, no qual serão elaborados dois novos planos estratégicos de longo prazo, um de cinco e o outro de dez anos, conta Martins.

“Queremos aproveitar ao máximo a seleção entre os Empreendedores da Endeavor e criar um conselho consultivo com os membros da instituição”, conta o executivo. “Temos expectativas ousadas: queremos, em 10 anos, faturar mais de R$ 100 milhões”, finaliza.