Tamanho da fonte: -A+A

A Telefónica ampliou sua previsão de sinergias geradas pela compra do controle da Vivo para o montante mínimo entre € 3,3 bilhões e € 4,2 bilhões.

Anteriormente, o grupo espanhol falava de uma criação de valor de  de € 3,3 bilhões a € 3,9 bilhões.

A projeção, divulgada nesta sexta-feira, 1o de outubro, inclui "sinergias operacionais e as derivadas da incorporação da Vivo no modelo de gestão integrado do Grupo Telefónica", com efeito positivo na geração de receitas e economia de custos e de investimentos no valor mínimo de € 2,3 bilhões a € 2,7 bilhões.

Além disso, considera benefícios financeiros e fiscais de entre € 1 bilhão e € 1,5 bilhão, informa a Reuters.

No final de julho, a Telefónica fechou a compra da participação que não tinha na Brasilcel, controladora da Vivo que era compartilhada com a Portugal Telecom.

A espanhola se dispôs a pagar € 7,5 bilhões pela fatia dos portugueses na Brasilcel, após ter oferecido inicialmente € 5,7 bilhões.

A Telefónica também informou nesta sexta que registrará no resultado do terceiro trimestre de 2010 um impacto líquido positivo de cerca de € 3,5 bilhões, decorrente da diferença entre o valor da Vivo na data de aquisição das ações da operadora móvel que pertenciam à Portugal Telecom e os montantes prévios lançados em seu balanço.

Além disso, a operadora espanhola planeja unir a Vivo à sua divisão de telefonia fixa no Brasil, a Telesp, concessionária em São Paulo.

Combinadas, as duas formam a maior empresa de telecomunicações do Brasil em assinantes e receita, com oferta integrada de serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

A Telefónica apresentará no final de outubro a Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações ordinárias da Vivo em circulação no mercado, que representam cerca de 3,8 por cento do capital total da operadora móvel.

A estimativa é de conclusão da OPA em fevereiro de 2011.Telefónica amplia previsão de sinergias com Vivo

A Telefónica ampliou sua previsão de sinergias geradas pela compra do controle da Vivo para o montante mínimo entre € 3,3 bilhões e € 4,2 bilhões.

Anteriormente, o grupo espanhol falava de uma criação de valor de  de € 3,3 bilhões a € 3,9 bilhões.

A projeção, divulgada nesta sexta-feira, 1o de outubro, inclui "sinergias operacionais e as derivadas da incorporação da Vivo no modelo de gestão integrado do Grupo Telefónica", com efeito positivo na geração de receitas e economia de custos e de investimentos no valor mínimo de € 2,3 bilhões a € 2,7 bilhões.

Além disso, considera benefícios financeiros e fiscais de entre € 1 bilhão e € 1,5 bilhão, informa a Reuters.

No final de julho, a Telefónica fechou a compra da participação que não tinha na Brasilcel, controladora da Vivo que era compartilhada com a Portugal Telecom.

A espanhola se dispôs a pagar € 7,5 bilhões pela fatia dos portugueses na Brasilcel, após ter oferecido inicialmente € 5,7 bilhões.

A Telefónica também informou nesta sexta que registrará no resultado do terceiro trimestre de 2010 um impacto líquido positivo de cerca de € 3,5 bilhões, decorrente da diferença entre o valor da Vivo na data de aquisição das ações da operadora móvel que pertenciam à Portugal Telecom e os montantes prévios lançados em seu balanço.

Além disso, a operadora espanhola planeja unir a Vivo à sua divisão de telefonia fixa no Brasil, a Telesp, concessionária em São Paulo.

Combinadas, as duas formam a maior empresa de telecomunicações do Brasil em assinantes e receita, com oferta integrada de serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

A Telefónica apresentará no final de outubro a Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações ordinárias da Vivo em circulação no mercado, que representam cerca de 3,8 por cento do capital total da operadora móvel.

A estimativa é de conclusão da OPA em fevereiro de 2011.