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As operadoras de telecomunicações hoje atuantes no Brasil são, na maioria, subsidiárias de suas matrizes localizadas em países como Itália, Espanha, Portugal, México e Estados Unidos. Até aí, nenhuma novidade. O novo está na estratégia da gaúcha Datacom, que pretende iniciar a venda, para as holdings, das tecnologias e produtos que já fornece para as teles locais.

A idéia da companhia, que possui sede em Porto Alegre e unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, além de três laboratórios de P&D, localizados no Tecnopuc, em Florianópolis e Curitiba, é fomentar as vendas da área de Exportações, que hoje já chegam a 30 países nos cinco continentes.

O caminho inicia com a participação em duas feiras, uma no México, outra na Alemanha.

México
Neste país, a Datacom participará da Expo Comm Mexico 2009, que ocorre de 24 a 26 de fevereiro na Cidade do México.

A companhia ficará no Pavilhão Brasileiro do evento, que tem apoio do governo federal através da Apex Brasil.

Alemanha
Aqui o foco é a Cebit, que será realizada de 03 a 08 de março e contará com cobertura presencial do editor do Baguete, Maurício Renner.

Na feira, que é reconhecida como o maior evento mundial de TIC, a empresa também conta com apoio da Apex, além do Projeto Setorial Integrado para o Setor de Software e Correlatos, coordenado pela Softex.

Carteira de atendidos
Hoje, a Datacom atende a todas as operadoras fixas atuantes no Brasil, inclusive Embratel, com soluções para redes metro ethernet e SDH.

Estas ferramentas, também utilizadas nas redes das companhias no exterior, é que estão no foco da expansão da companhia.

Investir para crescer
No final do ano passado, a Datacom anunciou investimento de R$ 2 milhões realizado na abertura de seus três centros de P&D e na fabricação do DM830, plataforma multisserviço para a área de telecomunicações.

Na mesma época, a empresa destacou a duplicação da unidade fabril de Porto Alegre. Com investimento de R$ 2,3 milhões, a fábrica adquiriu uma nova linha de montagem de placas SMT, além de contratar 80 novos funcionários, dobrando sua capacidade de produção de 15 para 30 mil produtos/mês.

Apoiada em tudo isso, a companhia cresceu cerca de 70% em 2008.

O assunto foi matéria no Baguete, que pode ser lida na íntegra pelo link abaixo.