A Panduit lança uma oferta no modelo “in a box” para data centers.

A oferta abrange soluções de infraestrutura física pré-configurada ou pacotes para virtualização, redes, computadores, armazenamento, segurança e administração pré-projetados, testados e validados, tudo fornecido dentro de um rack fechado.

“A solução pré-configurada tem dois objetivos principais: equilibrar o crescimento, a energia e o gerenciamento térmico e diminuir os prazos e despesas de implementação”, explica Jorge de la Fuente, diretor técnico da Panduit.

Conforme o executivo, a oferta pré-configurada integra o consórcio VCE - Virtual Computing Environment (mantido por VMware, Cisco e EMC) e permite integrar as tecnologias de virtualização, redes, computação, armazenamento, segurança e administração, contando com recursos de personalização.

As soluções Panduit de infraestrutura física pré-configuradas estão disponíveis em diversas especificações, que podem suportar de 300 a 800 máquinas (nível básico), de 800 a 3 mil (intermediário) e 3 mil a 6 mil (superior).

Virando moda

O modelo “in a box” também tem adesão de outros fornecdores, como a Sonda Kaizen, unidade de plataformas da Sonda IT, que recentemente lançou o vFlexx, solução de virtualização para médias empresas.

Sob o conceito de data center in a box,  a novidade também integra as tecnologias EMC, Cisco e VMware, com arquitetura modular  e customizável de acordo com a necessidade de cada cliente.

A IBM também vai na mesma onda.

Em maio deste ano, a companhia anunciou no Brasil seu Data Center Portátil e Modular (PMDC, na sigla em inglês).

A solução é um data center móvel, que é instalado em um contêiner e pode ser transportado para onde for necessário.

Construída em opções de contêiners de 3, 6, 12 e 16 metros quadrados, com quatro servidores blade na menor versão – que pode ser montada em até 14 semanas – a novidade é a linha de frente da IBM para concorrentes como HP e Oracle, que planejam o lançamento de soluções afins no Brasil.

A oferta já acontece nos EUA e Europa. No Brasil, a IBM aposta no mercado a ser criado por eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Empresas dos setores de mineração, petróleo, construção civil e mídia, que precisam instalar infraestrutura de TI em regiões remotas ou em locais de difícil acesso ou provisórios, assim como instituições de governo, também são público-alvo da solução.