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A Oi S.A. teve uma redução de 80% no lucro líquido do quarto trimestre de 2011, chegando a R$  141 milhões no indicador.

Para o ano, a retração foi de 48,95%, com valor nominal de R$ 1 bilhão.

A companhia, que obteve aprovação de acionistas em fevereiro para a reorganização que diminuirá o número de empresas listadas na bolsa de três para uma e o número de classes de ações de sete para duas, divulgou números pró-forma, como se o processo tivesse ocorrido no fim de 2011.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) pro-forma foi de R$ 1,84 bilhão no quarto trimestre, queda de 19,2% em comparação com um ano antes.

A margem Ebitda da companhia foi fortemente impactada no trimestre, caindo para 26,4%, ante 31,2% um ano antes.

A receita líquida pro-forma somou R$ 6,96 bilhões no quarto trimestre. Nos últimos três meses de 2010, a receita havia totalizado R$ 7,3 bilhões.

A base de unidades geradoras de receitas no segmento móvel cresceu 14,6%, para 43,26 milhões, com receita média por usuário (arpu) recuando de R$ 23,5 para R$ 22,3.

Com isso, a receita com serviços de mobilidade pessoal cresceu 1,6%.

No segmento residencial, a empresa informou queda de 11,5% na receita líquida, enquanto no segmento corporativo o recuo foi de 1,3%.

A Oi encerrou 2011 com caixa disponível de R$ 13,4 bilhões, avanço de 19,6% sobre 2010. Enquanto isso, a dívida líquida recuou 12,8%, para R$ 16,3 bilhões.